Além das Fronteiras: Uma Viagem Pela Alma Entre a Itália e o Egito
- Ricco Soares

- 15 de mai. de 2025
- 3 min de leitura
Viajar sempre foi, pra mim, mais do que deslocamento. É expansão. É lembrar que existe vida além das rotinas, dos medos e das fronteiras. Nesta última jornada pela Europa, passei 1 dia na Itália e 5 dias intensos no Egito — e cada momento foi como uma nova página escrita no meu coração.
Comecei pela Itália, onde por algumas horas me permiti apenas caminhar, respirar e absorver a beleza das ruas, dos cafés e da arte que transborda das esquinas. Não foi sobre fazer checklists turísticos. Foi sobre estar presente. Foi sobre ser grato. E ali, entre o som do idioma e o aroma do café, nasceu uma promessa interna: viver com mais leveza, com mais presença.
Mas foi no Egito que o inesperado realmente aconteceu.
Do momento em que cheguei ao Cairo até o último pôr do sol no deserto, vivi experiências que marcaram minha alma. Graças à Jetpac, que tornou tudo possível, pude me manter conectado ao mundo enquanto me desconectava das pressas internas. Com seus planos de celular para viajantes, estive online em todos os lugares — não para fugir da realidade, mas para compartilhá-la com quem me acompanha nessa caminhada.
O segundo dia foi surreal. Subi em um camelo e percorri os arredores das pirâmides de Gizé com a equipe da iEgypt Tours, que organizou um tour completo pela cidade. Foi mais que turismo — foi um mergulho na história viva da humanidade. Cada pedra, cada olhar trocado com os moradores, cada momento no deserto fez algo dentro de mim despertar.
Não era só sobre ver as pirâmides, mas sentir o silêncio que elas guardam há milênios.
À noite, voltava para o conforto do meu lar temporário, oferecido pela Hazel Spaces — um refúgio acolhedor no meio do Cairo caótico. Lá encontrei paz, segurança e uma vibe criativa que me fez querer registrar cada detalhe da viagem. A experiência foi impecável, desde a estrutura até a energia do espaço, que parece ter sido pensado para almas inquietas e sonhadoras.
Durante todos os dias, contei também com o apoio da Pirate, que me acompanhou com acessórios que são mais do que estilo — são identidade. Cada peça traduzia algo da minha essência e combinava com o cenário de cada locação, como se já tivessem sido pensadas para aquele momento.
Mas a viagem foi além do que é visível. No último dia, fui levado por um amigo que mora no Egito, o incrível Youssef, para conhecer lugares escondidos da rota tradicional. Conversamos sobre fé, propósito, cultura e os mistérios da vida. Foi uma despedida perfeita — porque nada fecha uma jornada como palavras que curam e expandem.
Conhecer novas culturas muda sua forma de ver o mundo. A gente percebe que não está sozinho, que há beleza na diversidade, que somos todos feitos de histórias, e que o amor — mesmo com idiomas diferentes — tem o mesmo som em qualquer lugar.
Se eu pudesse te dar um conselho, seria esse: vá. Não espere. Não complique. Escolha um destino e se permita ir além do que seus olhos já viram. E se for pra começar, o Egito é um ótimo ponto de partida.
Viajar não é fugir da realidade. É lembrar que o mundo é maior do que aquilo que nos limita.E às vezes, tudo que a gente precisa é de uma mala, um plano de dados funcionando, um bom par de tênis e um coração disposto.
Que essa seja sua vez de partir. E que o mundo lá fora te transforme como me transformou.
Com gratidão,
– Ricco Soares
Que lindo Ricco