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Empresa de produção cinematográfica

Viajar sempre foi, pra mim, mais do que deslocamento. É expansão. É lembrar que existe vida além das rotinas, dos medos e das fronteiras. Nesta última jornada pela Europa, passei 1 dia na Itália e 5 dias intensos no Egito — e cada momento foi como uma nova página escrita no meu coração.


Comecei pela Itália, onde por algumas horas me permiti apenas caminhar, respirar e absorver a beleza das ruas, dos cafés e da arte que transborda das esquinas. Não foi sobre fazer checklists turísticos. Foi sobre estar presente. Foi sobre ser grato. E ali, entre o som do idioma e o aroma do café, nasceu uma promessa interna: viver com mais leveza, com mais presença.


Mas foi no Egito que o inesperado realmente aconteceu.


Do momento em que cheguei ao Cairo até o último pôr do sol no deserto, vivi experiências que marcaram minha alma. Graças à Jetpac, que tornou tudo possível, pude me manter conectado ao mundo enquanto me desconectava das pressas internas. Com seus planos de celular para viajantes, estive online em todos os lugares — não para fugir da realidade, mas para compartilhá-la com quem me acompanha nessa caminhada.


O segundo dia foi surreal. Subi em um camelo e percorri os arredores das pirâmides de Gizé com a equipe da iEgypt Tours, que organizou um tour completo pela cidade. Foi mais que turismo — foi um mergulho na história viva da humanidade. Cada pedra, cada olhar trocado com os moradores, cada momento no deserto fez algo dentro de mim despertar.


Não era só sobre ver as pirâmides, mas sentir o silêncio que elas guardam há milênios.

À noite, voltava para o conforto do meu lar temporário, oferecido pela Hazel Spaces — um refúgio acolhedor no meio do Cairo caótico. Lá encontrei paz, segurança e uma vibe criativa que me fez querer registrar cada detalhe da viagem. A experiência foi impecável, desde a estrutura até a energia do espaço, que parece ter sido pensado para almas inquietas e sonhadoras.


Durante todos os dias, contei também com o apoio da Pirate, que me acompanhou com acessórios que são mais do que estilo — são identidade. Cada peça traduzia algo da minha essência e combinava com o cenário de cada locação, como se já tivessem sido pensadas para aquele momento.


Mas a viagem foi além do que é visível. No último dia, fui levado por um amigo que mora no Egito, o incrível Youssef, para conhecer lugares escondidos da rota tradicional. Conversamos sobre fé, propósito, cultura e os mistérios da vida. Foi uma despedida perfeita — porque nada fecha uma jornada como palavras que curam e expandem.


Conhecer novas culturas muda sua forma de ver o mundo. A gente percebe que não está sozinho, que há beleza na diversidade, que somos todos feitos de histórias, e que o amor — mesmo com idiomas diferentes — tem o mesmo som em qualquer lugar.


Se eu pudesse te dar um conselho, seria esse: vá. Não espere. Não complique. Escolha um destino e se permita ir além do que seus olhos já viram. E se for pra começar, o Egito é um ótimo ponto de partida.


Viajar não é fugir da realidade. É lembrar que o mundo é maior do que aquilo que nos limita.E às vezes, tudo que a gente precisa é de uma mala, um plano de dados funcionando, um bom par de tênis e um coração disposto.


Que essa seja sua vez de partir. E que o mundo lá fora te transforme como me transformou.


Com gratidão,

– Ricco Soares

 
 
 

Existe um momento na vida em que a gente se cansa de mendigar afeto, de se adaptar para caber em espaços que nos apertam, de viver em função de olhares externos. É nesse momento — silencioso, mas transformador — que nasce o verdadeiro amor-próprio.


Não falo de um amor narcisista, que grita e exige aplausos. Falo de um amor silencioso, firme e essencial. Aquele que diz: “Eu me aceito. Eu me respeito. Eu mereço.”E quando esse amor desperta, tudo à sua volta começa a se alinhar com a sua verdade.


Amar a si mesmo é um ato revolucionário.


É aprender a olhar para as suas cicatrizes com carinho.É entender que o passado não te define, mas pode te fortalecer.É se libertar da necessidade constante de provar algo para alguém.É construir uma relação de confiança consigo mesmo — passo a passo, todos os dias.


Quando você começa a se amar de verdade:


  • Você deixa de implorar por atenção.Percebe que presença não se força, se convida. E que sua companhia já é suficiente.

  • Você se afasta do que te machuca, mesmo que doa no início.Porque aprende a priorizar sua paz acima da culpa ou da carência.

  • Você cuida do corpo, da mente e do espírito.Não por estética, mas por gratidão ao que te mantém vivo.

  • Você desenvolve clareza.Passa a identificar o que te nutre e o que apenas te ocupa.

  • Você aprende a esperar.Porque sabe que tudo que é verdadeiro chega no tempo certo — e você não precisa se apressar pra ser amado.


O amor-próprio é a base de toda transformação. É o início da cura. Quando você se ama, seus padrões mudam. Seus limites ficam mais firmes. Suas escolhas se tornam mais conscientes. E você se torna alguém inteiro, não alguém pela metade esperando ser completado.


Eu sei, não é fácil. Amar a si mesmo exige coragem para se ver por completo.Para acolher a criança ferida, o adulto exausto, o sonhador frustrado e o guerreiro que insiste em continuar.Mas quando você aprende a se abraçar mesmo com todas essas versões dentro de si, você se torna invencível.


Hoje, deixo aqui um convite: se escolha.


Se escolha mesmo quando for mais fácil se abandonar. Se escolha mesmo quando parecer que ninguém mais está escolhendo você. Se escolha porque a vida que você deseja começa no exato instante em que você decide se amar de verdade.


Você é seu próprio lar. Sua própria cura. Seu próprio ponto de partida.Cuide desse templo que é você. Cultive esse amor. Alimente sua alma.Porque a forma como você se trata dita a forma como o mundo te enxerga.


Nos vemos no próximo post, com mais verdade, mais fé e mais amor.


Com carinho,

– Ricco Soares

 
 
 

Tem dias que a motivação não chega. A inspiração falha, o corpo pesa e a mente duvida. Mas mesmo nesses dias, aprendi algo que mudou a minha vida: a importância de fazer o meu melhor — com o que eu tenho, com o que eu sou, naquele momento.


Durante muito tempo, esperei pelos dias ideais. Aqueles em que tudo parece fluir, em que o céu colabora e o coração transborda energia. Mas a verdade é que a vida real acontece entre os altos e baixos. E foi ali, no meio do cansaço e da incerteza, que descobri a força dos bons hábitos.


Acordar cedo e agradecer. Beber água antes do café. Escrever três coisas pelas quais sou grato. Sair para caminhar ouvindo algo que me eleva. Criar, mesmo sem inspiração. Cuidar do meu corpo. Dizer “eu te amo” sem medo. Trabalhar com intenção. Respirar fundo antes de responder. Orar. Descansar. Ler. Silenciar.


Esses hábitos simples não só me colocaram em movimento, mas reprogramaram meu olhar sobre mim mesmo. Porque cada ação, por menor que pareça, é um tijolo. E um dia, quando você menos espera, percebe que está de pé sobre um castelo que construiu com constância e fé.


Fazer o seu melhor não é sobre ser perfeito. É sobre ser honesto. É sobre colocar amor naquilo que faz, mesmo quando ninguém está vendo. É sobre respeitar o seu tempo, sem se esconder atrás da desculpa do “um dia eu começo”.


Hoje, entendo que cada pequeno esforço, cada escolha consciente, é uma declaração de quem eu estou me tornando. E mais do que isso: é uma oração silenciosa de gratidão à vida.

Não espere o momento perfeito. Não espere ser notado. Não espere que a vontade apareça. Comece. Com o que tem. Do jeito que dá. Mas comece. E faça com alma.


Porque a vida recompensa quem planta com amor, mesmo nos terrenos mais difíceis.

E se um dia você olhar pra trás e perceber que não estava no seu melhor, tudo bem. Mas que seja sempre verdade dizer: "Naquele dia, eu dei o meu melhor."


Nos vemos no próximo post.


Com fé e com propósito,

– Ricco Soares

 
 
 
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